Deficientes auditivos dominam dança

Dançar a música sem ouvi-la, apenas observando e sentindo a pressão provocada pelas ondas sonoras. Parece uma proposta surrealista, mas é a realidade de 11 alunos, entre 13 e 22 anos, do projeto “Movimento” desenvolvido pelo Núcleo Integrado de Reabilitação e Habilitação (Nirh) do Centrinho, da Universidade de São Paulo (USP) câmpus Bauru. Há quatro anos, o street dance (dança de rua) conquistou meninos e meninas com surdez profunda, moradores da cidade e da região. Absortos no silêncio, eles ganham auto-estima e reconhecimento num espetáculo em que não há coadjuvantes. 

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